segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Happiness………?

A dog’s perspective of happiness is quite simple, do you have food? Do you have shelter? Are you healthy? There, he’s happy as can be, he doesn’t even define it, he just exists happily accepting all the things humans so desperately try to avoid. Why can’t we just work the same way, why can’t we search in the depths of ourselves and find the raw, the irrational being we were originally meant to be and live like that. Why do we make life so complicated, why can’t we just be primitive, trade services, you hunt, I collect, everyone humps each other. There, simple. Why do we have to have cars and feelings and cures and societies? Why can’t we be like dogs and cats, just happy to live each day, without any sense of time or responsibility? People complicate life to such an extent that everyone’s miserable: more and more studies show that people are unhappier day to day… If everyone’s so unhappy living this way, why don’t we change? People have such a hard time finding happiness the way they’re told, why can’t we make our own paths? If we want, why can’t we live naked in the mountains, or live without a job, family or anything else, why is the idea of happiness printed in our minds as soon as we enter society, can’t I just erase everything I have ever learned for just pure cheer? In the end we’re all the same, the dog, the fungus, the CEO and the starving kid in Africa: we all die, can’t we just accept it, why do we try to be unnatural and run way from the faith we’re supposed to have? “Trocava toda a minha inteligência pela feliz e ignorante existência de qualquer outro ser natural”

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A gestão, viver sozinha e a bica na brasileira

Desde há muito que já não escrevia, senti a necessidade de o fazer... Para atualizar a minha informação pessoal gostava de dizer que iniciei agora o período escolar como universitária. O curso para que fui é mais que óbvio. O meu nome é para patroa, óbvio que fui para gestão. Brincadeiras à parte sou das melhores que lá andam! Estava a brincar, para ser honesta sou mesmo a melhor... Visto pelos meus olhos 99.9999999999999999999999999% dos que lá andam não têm altura para tocar no sinal que tenho no tornozelo. Um dia este blog vai ser um dos mais lidos do mundo. E eu a maior gestora de todas. MUAHAHAHH

sábado, 13 de julho de 2013

O verão, as férias, azeite e os exames

Entretanto entrei na pausa da minha atividade anual. Só que esta é diferente nas outras, o sonho de qualquer puto: -sabes aqueles leitinhos que recebias gratuitamente no intervalo das 10? Forget it - sabes aqueles apoios do estado que sabiam tãão bem? Também já foram com o vento. - E então aquela querida Casio FX-20 que tanto te ajuda nos exames? Também, com muita mágoa, já foi. Acho que há poucas escolhas tão decisivas como esta, escolher o curso a tirar é escolher a tua vida. Escolhes medicina vais ser médica, escolhes engenharia agrónoma e vais ser engenheira agronómica para o resto da tua vida. Até falecer. Isso não choca um bocado? Há sempre a posterior hipótese de desistir e tirar outro curso ou acaba-lo e fazer um outro. Mas mesmo assim, é, citando a famosa autora floribela "SUPERHIPERMEGARIDECISIVO", Já pensei em 98765432365432345495438953745346535736345 coisas diferentes para fazer mas ainda não escolhi. Só sei que fui feita para mandar. Visto bem, eu sou a patroa. Desde piquena que queria algo a ver com medicina, mas as médias para isso são enormíssimas e tudo o resto são empregos miseráveis. Depois pensei na legal, mas essa puta de curso também fechou... Fiquei arrasadamente exasperada. Entretanto pensei no meu sonho inconsciente de ser ultra mega rica, de mandar numa empresa famosa, foi mesmo para isso que nasci. Sei que é um ramo difícil, por isso é que eu sou a pessoa certa, Gestão, business school no ISCTE. Acho que o Good Advice Duck nunca esteve mais certo.
A cena mais fixe agora é pensar que nunca mais tenho de por os cotos na fabulosa escola onde andei, uffa, perfeito era agora vê-la consumida por uma radiante labareda.

sábado, 8 de junho de 2013

Because yolo

Definição de baile de gala segundo o dicionário português: "s.f. Grande festa, geralmente de caráter oficial: noite de gala; uniforme de gala.
Pompa, fausto."
Definição do baile de gala segundo torres vedras: " s.f. Grande festa, geralmente com pitas porcas com minivestidos que nem a menarca ainda tiveram: noite de putedo; gente podre de bêbeda.
Degredo, Brejeirice."

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Aquela cena mais profunda

Continuo a achar que as pessoas são demasiado superficiais, não vêm o true meaning das coisas.
Eu vejo filmes de um leque que a maioria considera impróprio para consumo. Rape, torture, sangue e cenas mortas, ya é mais ou menos isso, mas será que as pessoas não conseguem ver para além disso?
Venho falar-vos de um filme que achei fascinante e que a maioria das pessoas acha repulsivo.
 Conhecem o DeadGirl? À primeira instância, sim, é feio, é sobre um grupo de rapazes que encontram uma rapariga num estado de "semivida", ela não fala, nem tão pouco reage ao exterior, mas também não morre independentemente do que lhe façam. Como são rapazes e estão naquela altura do cio, óbvio que se põem a violar o quase cadáver. Mas, pelo menos na minha linda consideração, não acho que o intuito do filme seja esse.
Eles são rapazes considerados socialmente "incapazes", não lidam bem com o mundo e assim entendem-se mal com o resto das gentes. Desta forma, sem qualquer apoio nem na vida social nem na familiar, estes miúdos (principalmente os 2 principais) procuram consolo em algo diferente, esta Deadgirl aceita-os, verdade que não tem escolha, mas ao longo do filme vi-a como que reconfortante para estes extraviados.
Acho que as pessoas não vêm isso, só vêm o rapaz que viola, não vêm o motivo que o levou a violar.




Porque é que tem tudo de ser tão complicado

Às vezes gostava que o nosso mundo fosse como o de Aldous Huxley, toda a gente é gira, a poligamia é uma cena comum, e andam-se todos a montar feitos coelhos porque não há doenças nem pontapés nas costas inesperados. 
Para que é que para se estar numa relação correta e socialmente aceite é preciso no  mínimo uns 6 meses? Porra, se a vida são 2 dias mais vale matarem-me já. Não ando com tempo para isto.
Não estou a dizer que as relações têm de ser como as dos putos no FB, um like aqui e outro ali e já são maridos e casados, isso não faz sentido, eles não se conhecem... Mas se desse para conhecer?
Vá, para não andar aqui a enrolar mais, a minha proposta é a seguinte, porque é que não existe, tipo um sítio , onde tem um perfil de cada pessoa no mundo, tudo verdade, os podres e tudo, sem merdas destas:

Um sítio onde cada pessoa estivesse completa e totalmente etiquetada. Para começar uma relação era só clicar num botão e as pessoas conheciam-se como se fosse desde sempre. Percebem-me?
Acho que se dissesse isto a alguma das minhas amigas elas se punham a fazer uma palestra com a duração de cerca de 4 semanas sobre o amor. Mas a minha intenção não é essa, eu quero coisas práticas, sem as paneleirices intermédias, mas como se fosse, estão a apanhar?
Não sei, mas se calhar esta trangamalanga toda é o meaning of life. Idk.

domingo, 26 de maio de 2013

Ctrl Shift N

Mas qual é o grande problema, foi assim que nasceste, foi assim que toda a gente no mundo apareceu. Qual é a cena da pornografia ser controversa?
Youporn, Redtube, Brazzers até mesmo o 4chan, tudo o que é gajo já lá foi pelo menos uma vez e tudo o que é gaja, pelo menos, já teve a curiosidade. É tipo daquelas cenas que não percebo da sociedade, a menina tem toda a liberdade de por uma foto no facebook  a mostrar o cu e as tetas, só que agora, um gajo, ir ao redtube ver o mesmo, aiiiii, que ultraje, que sacrilégio, que injuria do caralho.
É assim aqui e em todo o lado.

É, tanta liberdade de expressão, mas quando falo de Youporn na biblioteca mandam-me para a rua.