segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Happiness………?

A dog’s perspective of happiness is quite simple, do you have food? Do you have shelter? Are you healthy? There, he’s happy as can be, he doesn’t even define it, he just exists happily accepting all the things humans so desperately try to avoid. Why can’t we just work the same way, why can’t we search in the depths of ourselves and find the raw, the irrational being we were originally meant to be and live like that. Why do we make life so complicated, why can’t we just be primitive, trade services, you hunt, I collect, everyone humps each other. There, simple. Why do we have to have cars and feelings and cures and societies? Why can’t we be like dogs and cats, just happy to live each day, without any sense of time or responsibility? People complicate life to such an extent that everyone’s miserable: more and more studies show that people are unhappier day to day… If everyone’s so unhappy living this way, why don’t we change? People have such a hard time finding happiness the way they’re told, why can’t we make our own paths? If we want, why can’t we live naked in the mountains, or live without a job, family or anything else, why is the idea of happiness printed in our minds as soon as we enter society, can’t I just erase everything I have ever learned for just pure cheer? In the end we’re all the same, the dog, the fungus, the CEO and the starving kid in Africa: we all die, can’t we just accept it, why do we try to be unnatural and run way from the faith we’re supposed to have? “Trocava toda a minha inteligência pela feliz e ignorante existência de qualquer outro ser natural”

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A gestão, viver sozinha e a bica na brasileira

Desde há muito que já não escrevia, senti a necessidade de o fazer... Para atualizar a minha informação pessoal gostava de dizer que iniciei agora o período escolar como universitária. O curso para que fui é mais que óbvio. O meu nome é para patroa, óbvio que fui para gestão. Brincadeiras à parte sou das melhores que lá andam! Estava a brincar, para ser honesta sou mesmo a melhor... Visto pelos meus olhos 99.9999999999999999999999999% dos que lá andam não têm altura para tocar no sinal que tenho no tornozelo. Um dia este blog vai ser um dos mais lidos do mundo. E eu a maior gestora de todas. MUAHAHAHH

sábado, 13 de julho de 2013

O verão, as férias, azeite e os exames

Entretanto entrei na pausa da minha atividade anual. Só que esta é diferente nas outras, o sonho de qualquer puto: -sabes aqueles leitinhos que recebias gratuitamente no intervalo das 10? Forget it - sabes aqueles apoios do estado que sabiam tãão bem? Também já foram com o vento. - E então aquela querida Casio FX-20 que tanto te ajuda nos exames? Também, com muita mágoa, já foi. Acho que há poucas escolhas tão decisivas como esta, escolher o curso a tirar é escolher a tua vida. Escolhes medicina vais ser médica, escolhes engenharia agrónoma e vais ser engenheira agronómica para o resto da tua vida. Até falecer. Isso não choca um bocado? Há sempre a posterior hipótese de desistir e tirar outro curso ou acaba-lo e fazer um outro. Mas mesmo assim, é, citando a famosa autora floribela "SUPERHIPERMEGARIDECISIVO", Já pensei em 98765432365432345495438953745346535736345 coisas diferentes para fazer mas ainda não escolhi. Só sei que fui feita para mandar. Visto bem, eu sou a patroa. Desde piquena que queria algo a ver com medicina, mas as médias para isso são enormíssimas e tudo o resto são empregos miseráveis. Depois pensei na legal, mas essa puta de curso também fechou... Fiquei arrasadamente exasperada. Entretanto pensei no meu sonho inconsciente de ser ultra mega rica, de mandar numa empresa famosa, foi mesmo para isso que nasci. Sei que é um ramo difícil, por isso é que eu sou a pessoa certa, Gestão, business school no ISCTE. Acho que o Good Advice Duck nunca esteve mais certo.
A cena mais fixe agora é pensar que nunca mais tenho de por os cotos na fabulosa escola onde andei, uffa, perfeito era agora vê-la consumida por uma radiante labareda.

sábado, 8 de junho de 2013

Because yolo

Definição de baile de gala segundo o dicionário português: "s.f. Grande festa, geralmente de caráter oficial: noite de gala; uniforme de gala.
Pompa, fausto."
Definição do baile de gala segundo torres vedras: " s.f. Grande festa, geralmente com pitas porcas com minivestidos que nem a menarca ainda tiveram: noite de putedo; gente podre de bêbeda.
Degredo, Brejeirice."

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Aquela cena mais profunda

Continuo a achar que as pessoas são demasiado superficiais, não vêm o true meaning das coisas.
Eu vejo filmes de um leque que a maioria considera impróprio para consumo. Rape, torture, sangue e cenas mortas, ya é mais ou menos isso, mas será que as pessoas não conseguem ver para além disso?
Venho falar-vos de um filme que achei fascinante e que a maioria das pessoas acha repulsivo.
 Conhecem o DeadGirl? À primeira instância, sim, é feio, é sobre um grupo de rapazes que encontram uma rapariga num estado de "semivida", ela não fala, nem tão pouco reage ao exterior, mas também não morre independentemente do que lhe façam. Como são rapazes e estão naquela altura do cio, óbvio que se põem a violar o quase cadáver. Mas, pelo menos na minha linda consideração, não acho que o intuito do filme seja esse.
Eles são rapazes considerados socialmente "incapazes", não lidam bem com o mundo e assim entendem-se mal com o resto das gentes. Desta forma, sem qualquer apoio nem na vida social nem na familiar, estes miúdos (principalmente os 2 principais) procuram consolo em algo diferente, esta Deadgirl aceita-os, verdade que não tem escolha, mas ao longo do filme vi-a como que reconfortante para estes extraviados.
Acho que as pessoas não vêm isso, só vêm o rapaz que viola, não vêm o motivo que o levou a violar.




Porque é que tem tudo de ser tão complicado

Às vezes gostava que o nosso mundo fosse como o de Aldous Huxley, toda a gente é gira, a poligamia é uma cena comum, e andam-se todos a montar feitos coelhos porque não há doenças nem pontapés nas costas inesperados. 
Para que é que para se estar numa relação correta e socialmente aceite é preciso no  mínimo uns 6 meses? Porra, se a vida são 2 dias mais vale matarem-me já. Não ando com tempo para isto.
Não estou a dizer que as relações têm de ser como as dos putos no FB, um like aqui e outro ali e já são maridos e casados, isso não faz sentido, eles não se conhecem... Mas se desse para conhecer?
Vá, para não andar aqui a enrolar mais, a minha proposta é a seguinte, porque é que não existe, tipo um sítio , onde tem um perfil de cada pessoa no mundo, tudo verdade, os podres e tudo, sem merdas destas:

Um sítio onde cada pessoa estivesse completa e totalmente etiquetada. Para começar uma relação era só clicar num botão e as pessoas conheciam-se como se fosse desde sempre. Percebem-me?
Acho que se dissesse isto a alguma das minhas amigas elas se punham a fazer uma palestra com a duração de cerca de 4 semanas sobre o amor. Mas a minha intenção não é essa, eu quero coisas práticas, sem as paneleirices intermédias, mas como se fosse, estão a apanhar?
Não sei, mas se calhar esta trangamalanga toda é o meaning of life. Idk.

domingo, 26 de maio de 2013

Ctrl Shift N

Mas qual é o grande problema, foi assim que nasceste, foi assim que toda a gente no mundo apareceu. Qual é a cena da pornografia ser controversa?
Youporn, Redtube, Brazzers até mesmo o 4chan, tudo o que é gajo já lá foi pelo menos uma vez e tudo o que é gaja, pelo menos, já teve a curiosidade. É tipo daquelas cenas que não percebo da sociedade, a menina tem toda a liberdade de por uma foto no facebook  a mostrar o cu e as tetas, só que agora, um gajo, ir ao redtube ver o mesmo, aiiiii, que ultraje, que sacrilégio, que injuria do caralho.
É assim aqui e em todo o lado.

É, tanta liberdade de expressão, mas quando falo de Youporn na biblioteca mandam-me para a rua.

Pessoas de circunstância

Pelo nome até se percebe o que é, uma pessoa de circunstância é uma pessoa que muda de personalidade consoante a circunstância em que se encontra, por exemplo, vamos dizer que a Gertrudes quando está com os amigos é a grande pipi do povo, todos os gajos num raio de 23,5 km da casa dela já lhe cheiraram a fanesga; por outro lado, a Gertrudes é acólita e todos os dias leva o cuzinho à missa onde todos os presentes acreditam na pureza de sua virgindade.
Isto é normal?
Pelos vistos sim, o que me irrita solenemente porque o que não falta na minha escola são Gertrudinhas.
Nunca conseguiria ser assim, a liberdade de dizer puta à frente da minha mãe é-me maravilhosamente proveitosa.

A palavra que aprendi hoje

"Vaginário  -Zona entre a cona e  o cu onde batem os tomates."
in Dicionário aberto de calão e expressões ideomáticas, José João Almeida.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cannibalism

Se há peixes que comem outros peixes, se os leões comem outros leões, se cães comem as suas crias recém nascidas mais fracas porque é que eu não posso comer carne humana?
Nunca vi o grande problema, era uma coisa comum até há muitíssimo pouco tempo, se comemos vacas, porcos, galinhas e perus porque é que o humano é o fruto proibido?
Ok, ele pensa e é inteligente e blá blá, mas o porco é o 3º animal mais inteligente e deve ser dos primeiros mais comidos.
O grande problema é mesmo se a carne tem doenças, tipo sífilis, sida, herpes e doenças infeto-contagiosas de outros tipos, de resto, se me arranjarem uma carninha fresquinha 100% sem doenças, tá o prato feito.

(estou mesmo a falar a sério- não acho mesmo que isto seja uma coisa má)´
Don't judge me, Bitch.

terça-feira, 30 de abril de 2013

LOVE YOU KON

A minha vida foi salva. De fácil utilização o Kon boot recuperou a minha palavra passe.
Adoro-te! Não, Amo-te!

Fuck you, world!

E hoje foi a cereja no topo do bolo, a concretização do fuck you. O mundo está, dita e comprovadamente, contra mim.
Num surto de raiva alterei ontem a minha palavra passe.
E agora estou a escrever de outro computador.
Apanharam o esquema?
Sim, eu não tenho boa memória.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Addictions

Será que as pessoas precisam de um vício?
Descobri agora que sim. É-me inútil deixar de ir ao facebook quando passo o fim de semana todo a abrir o meu blog de 15 em 15 minutos. É ridículo. Está bem que escrever aqui não me faz mal absolutamente nenhum e que o facebook me fode um bocado o sistema , mas porque é que eu preciso desta constante atenção, se tenho uma vida social supostamente boa, porquê esta dependência causticante?
Irrita-me.

So many things to say

Primeiro queria agradecer às 2 primeiras pessoas que demonstraram interesse na minha escrita aberracional, primeiro, uma gaja ou gajo que me subscreveu, depois um gajo que comentou um post... TÃO FELIZ QUE ESTOU!
Depois gostaria de comentar o meu dia, primeiro disseram que eu dava uma  boa Blimunda, o que é fascinante já que acho que ninguém sabia que eu via as pessoas por dentro, sim porque tenho este dom desde que nasci, é-me costume ver os embriões, tumores e obviamente dejetos: aquelas partes do corpo que vão ser expelidas, pronto, matéria excrementícia  exemplo daquilo que as pessoas da minha escola dizem, pensam e fazem, sim, isso, merda. Achei bem, muito bem aliás, isto porque o rapaz que interpretou o Baltazar na peça de teatro era um Homem com H grande; não digo que lhe fazia uma cruzinha de sangue no peito, mas pronto, podíamos começar por outro lado...
É isto, contínuo com o celibato de facebook e sinto-me feliz, gosto de ver que tenho fãs que são meus fãs não pelo meu aspeto mas sim pela merda que digo. 

domingo, 28 de abril de 2013

I deleted my facebook account last night


The mother of all pulling the plugs. The titan of disconnect. The champion of all things that make those close to you wonder if you’re doing OK. I’m doing fine. Actually I feel great. And while it may not be the ultimate way of disconnecting yourself …  it sure felt like that when I was hitting the ‘delete account’ button.

Since day 1 of college, I spent time organizing and collecting friends on social networks . Looking back, I know I didn’t spend enough time being an actual friend to those around me. I had upwards of 1,700 “friends” at one point during my university days, which wasn’t a healthy way of being bombarded with the word friend. Friend here. Friend there. Defriend this person and friend this person.
I have some free time these days before moving to Colorado next week so I started cutting down on web services, building a Network Attached Storage (NAS), and organizing all things digital on either Google products or home made solutions. As I was trimming services, I felt tied to Facebook at a deeper level. Facebook somehow Trojan horsed into my brain and warped what my idea of what a “friend” was. At least, I’m putting some burden on them, fully acknowledging this was in my control too. This is the point where people on their high horse who haven’t battled a mild form of Internet addiction scoff at the idea that I could lose sight of what a friend is. You and your horses.
It was too easy to share or send a message for it to mean much. The “nothing ever worth it was easy” mantra was ringing through my head. If we weren’t Facebook friends, would they cease to exist in my memory and in my life? Would the one lunch we shared together mean anything? Of course it did, and I may or may not remember them in 10 years. With Facebook I’ve only seen people as either a friend … or de-friended (so harsh of a word). Why couldn’t they remain that person I had lunch with that one time? Isn’t that enough to feel a human connection?
Those are my thoughts…
I haven’t regretted my decision for one moment."
Gostava de ter os colhões deste gajo, ou melhor, os ovários.

O que me custa ler posts antigos

Eu diria que nunca cheguei a escrever bem, ou a escrever sequer, o que eu faço é juntar palavras e meter vírgulas, coisa que não se chama "escrever", se eu dactilografar:
"Há batata com almofada o dragão come azul" É escrever?
Por isso é que apenas certas coisas são consideradas escrever, isto para mim; assim, até agora, acho que nenhum dos posts que fiz até à presente data mereceu prémio.
Leram as merdas que fiz aí há 3 anos? "Porno com morangos" "os primos e as primas" " Allgarve e mosquitos", isso tinha piada? Lendo hoje digo total e completamente que não, apesar dos comentários de pessoas tipo o rocky balbino que diziam que gostavam acho mesmo que aquilo que anda no arquivo do meu blog é lixo, tenho vergonha de sequer ler tais coisas. 
Mas também, as pessoas mudam, talvez daqui a uns anos quando vier aqui ler isto me assuste e diga " Como é que na puta da minha vida eu alguma vez fui publicar isto na Internet?!"
Enfim

Facebook Celibacy

Lembram-se de eu ter dito que estava a ficar farta do facebook?
Bem, fiz então uma promessa, não como aquelas promessas de deixar de comer isto ou aquilo ou de começar a correr, esta vou cumprir mesmo.
Para medir a minha dependência deste sitezinho vou deixar de ir lá, desde que fiz aquele post ontem nunca mais lá fui, agora é só manter.  Para provar a minha competência e capacidade de controlo ponho a meta no dia 6 de Maio, só aí posso ir lá e se tiver colhões, ou ovários(?) apago a conta. Ando a fazer um trabalho de grupo por lá, o que possivelmente pode colocar um impedimento no meu celibato do facebook. Mesmo assim, I'll try.
Amanhã já começo a arrancar cabelos.

sábado, 27 de abril de 2013

One facebook to rule them all

Agora que estou numa de escrever posts sem piada, já viram a importância do facebook nas nossas vidas? 
Falo por mim, mas acho que a nossa vida social passou a ser 50% realidade e 50% facebook, e o problema maior não reside aí, se houvesse um tempo para facebook e um para socializar completamente separados não havia stress, mas agora, até que ponto a tua vida social é facebook? Já vimos que as pessoas começam relações  a partir do facebook, começam amizades a partir do facebook, que falta mais, cagar, mijar e respirar facebook?
É uma excelente plataforma está visto, mas acho que as pessoas dependem muito dela, antigamente para se começar a falar com alguém seria necessário falar com a própria pessoalmente para arranjar contacto e afins, hoje é só por o nomezinho no face e pumba, tão amigos feitos. Um like aqui, outro ali, um  olá no chat e vai-se a ver já se andam a comer. Óbvio que para os tímidos e parecidos é um ótimo "ice breaker" mas isto tudo não tornou as amizades, as vivências, numa coisa demasiado superficial?
Relações que ficam pendentes pela remoção da amizade no facebook, amores que se estragam por causa de um gosto. Dizer mal disto seria pura da hipócrisia porque também eu reparo em merdinhas deste tipo. A falar a sério acho que vou mesmo apagar a minha conta. O facebook domina-me de uma maneira assustadora. Onde é que isto vai tudo parar?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

To all the unaccredited folks

Today I shall write in the common language. Why? Because all my readers are either Russian or Ukrainian That's both sad and good, it's bad because not a single Portuguese person has visited my page in weeks and it's good because at least I have fans! Even if they are from eastern countries who gives a shit?! 
But I have to ask, how do you read my posts? Do you come here just for the pretty pictures or are you some sort of governmental facility who rapes people who still use blogger?
Leave a comment!


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um post para cada emoção

Acho que já escrevi posts quando estive feliz, acho que já escrevi quando estava meio depre, também já os escrevi embriagada mas acho que hoje é a grande estreia, hoje escrevo, pela primeira de muitas vezes, a espumar da boca.
E o que é espumar da boca perguntam vocês? É quando te apetece espetar uma faca na cara de uma certa e determinada pessoa, repetir o procedimento 10-11 vezes e depois voltar a repetir o procedimento nas "partes baixas", realizar nessa querida entidade o que é chamado de "seppuku" e depois pegar fogo aos restos mortais e dá-los de comer aos porcos  É isso, mais ou menos. Bem, porque se eu vos contasse tudo o que vai dentro da minha mórbida cabecinha acho que nunca mais cá punham os pés, tipo, eu sou mesmo fucked up dos cornos, mesmo muito, devo ser tipo um dexter versão FemTuga 2.0.
Depois dos pensamentos mórbidos vem o tempo de reflexão, coisa que acho que acontece com  todas as pessoas, será que eu faria mesmo tudo o prometido à tal pessoa? Qual é realmente a razão da minha agonia? Porque é que por causa de um filho da puta uma pessoa fica assim? 
É chato digo-vos eu, e digo isto aqui porque sei que ninguém lê o meu blog porque senão os pensamentos ficariam todos guardadinhos cá dentro.
E é isto, basicamente, já me sinto melhor.
Para reforçar a ideia coloco aqui uma foto que da rosa que me deste, está tão podre como a ideia que eu tenho de ti. Bitch.

sábado, 20 de abril de 2013

Don't really understand the internet

Nunca percebi muito bem como é que funciona a internet, mas pronto, é com estas coisas que me pergunto, porque raio é que o meu blogue é visto por russos?

Deepest shit ever written

Para todos aqueles que pensam que eu represento apenas aquela facção das pessoas que crítica incultamente e que tem a profundidade de uma casca de batata mostro-vos isto, uma merda que eu escrevi para apresentar numa palestra.
Here it goes.

"O que representa a viagem fisicamente? Nada. Vários quilómetros, uns quantos edifícios diferentes, talvez até a língua, mas assim, se se olhar para as coisas superficialmente, a magia da viagem é nula.
Quando era pequena dizia que ir a Londres, à Madeira, a Barcelona ou a Paris eram sítios que jamais fariam parte da minha lista de lugares onde desejava ir. Porquê? Porque lá viviam pessoas normais, a cumprir horários iguais aos meus, onde a monotonia regrava e o excitante acontecia excecionalmente, porque é que para alguém viajar significaria mais que isto? Não são as pessoas iguais? Não dormem, comem, bebem e trabalham como as outras? Qual o interesse?
Para aquele que não sente, aquele que não sabe viver, para essa pessoa e apenas para essa pessoa, talvez a viagem não tenha significado.
Nós somos um ser em permanente mutação, inicialmente somos uma tela branca, depois os outros vão pintando em nós ideias, não somos mais que a culminação perfeita e única de milhões de ideias diferentes, resultamos num quadro diferente de todos os outros.
Por isso, viajar é importante em nós porque nos dá cor: ao viajarmos colhemos ideias de todas as partes do mundo, o contacto com o novo e o diferente fornece sempre uma perspetiva diferente sobre as coisas e os seres, mutando-nos assim, bocadinho por bocadinho.
Viajar dá-nos sabor, comporta experiência e sabedoria. E não é só a sabedoria como conhecimento, não é só o conhecer, o ver e o falar;  é também o conhecer por dentro, a viagem que paralelamente à exterior é viajada dentro de nós, espiritualmente, e é essa que realmente interessa;  a viagem que fazemos como consequência da outra, essa sim, foi a viagem que me mudou, que nos mudou: encarar um mundo novo criou em nós uma nova maneira de pensar, de ver o mundo, de olhar para o outro com uns olhos que do passado poucos traços apresentam. Sentimos, afinal, que, como disse Jean Paul-Sartre, “Viajar é a melhor escola…”

terça-feira, 2 de abril de 2013

Gifs Gifs e mais Gifs

"A profundidade dos estados no facebook é-me fascinante, 900 gostos num link para um gif com uma frasezinha paneleira: porra, com a filosofia disto não percebo como é que o Pessoa não se lembrou de escrever estas merdas no Cancioneiro."

sábado, 30 de março de 2013

A puta da minha geração Swagueira

Não sei bem como me definir, acho que se disser que sou como os outros, toda swag quero likes e o caralho, gozam comigo, mas se por outro lado disser que esses gajos são uma cambada de filhos da puta a chupar dinheiro aos pais juntam-me ao grupo dos revoltados, aqueles que dizem mal dos outros e fazem vídeos para o youtube a fazer queixinhas ao mundo, mas que no fundo no fundo até gostavam de ser como os swagueiros cheios de dinheiro do papá que não deixam pitas por comer à face da terra. Não sei, primeiro porque não tenho dinheiro para caps, depois porque não curto de comer pitas. A minha geração enjoa-me de tantas formas diferentes que consigo fazer uma lista de 8 páginas com as cenas que não curto nela. Mas pronto, fico feliz de pensar que um dia vou passar por eles ganda patroa e o caralho, ganda doutora cheia de dinheiro e digo:
- É um macRoyal Delux menu grande com coca-cola, e faça desconto cartão jovem.
E é isto, os meus compatriotas vão dar nisto, o orgulho não está nas boas notas e na biblioteca, está à porta da escola, nas cabecinhas e nos grinders, no tabaco e nas que já não são virgens aos 13. 



Era um headshot a cada um. 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Será que alguém vai ler isto?

Já me perguntei isso muitas vezes, será que alguém ainda vem cá? Antes ainda havia um gajo a comentar as merdas e tal, agora nem isso. Sei que isto esteve desabitado durante bastante tempo, e que os livros do fundo são a fingir, mas não mandei ninguém embora. Fiquem, vá lá. Deixem um comentáriozinho, nem que seja a mandar-me para o caralho, façam sinal de luzes, sei lá.
Entretanto tenho de escrever uma dissertação. E o que é uma dissertação? Não sei, mas só de ouvir o nome fico paneleira dos olhos. Tenho de escrever sobre os efeitos da viagem na vida de alguém, o que é que isso trás a um pessoa... Conheço uma gaja que emprenhou no estrangeiro, será qué isso?

Escrever aqui faz-me bem

E é que faz mesmo, é tipo relaxante, tipo um sítio onde eu posso deixar fluir a minha diarreia mental. Antes também fazia isto, só que era noutro sítio, um diariozinho apaneleirado onde punha o nome dos putos de quem gostava dentro de um coraçãozinho, e era isso. Só que isso não me dava metade da alegria que dá isto, aqui posso dizer mal das pessoas e existe a fraca, quase inexistente possibilidade de elas lerem, o que me dá um gozo do caraças.
Tipo, posso dizer que metade das gajas que foram comigo à viagem de finalistas são umas putas desgraçadas, e são mesmo, ninguém pode com elas, só que pronto, haja dinheiro da mamã e mete-se um casaco bonito sobre um monte de merda, porque é isso que a maior parte das gajas são, um monte enormíssimo de esterco polido, para todos pensarem que é outra coisa, sei lá, outra coisa. Só que pronto, aquele que tiver 2 dedos de testa vê, tal como eu, o monte de merda, só que, visto bem, o gajo(a) que vê isso é raro, cada vez mais raro nos meus tempos. Mas voltando atrás, estávamos a dizer mal das gajas que foram comigo, ya, são uma merda, mas para além disso andam no 9º ou no 10º, isto e foram à viagem de finalistas, nito né? 
Mas pronto, também posso dizer bem... adoro a minha mamã! E é mais ou menos isto de que eu gosto, isso e pornografia, mas disso não discuto aqui. 

quinta-feira, 28 de março de 2013

A substância do Amor e outras crónicas

Apaixonada? Amor e florezinhas?
Foda-se, essa merda né para mim, isso são palavras para as pitas usarem no tumbrl ou caralho . Eu estou, vá lá, "apanhada dos cornos".

Antes de mais

Antes de escrever mais alguma coisa tenho de explicar a minha nova radicalidade, bem, tive uma viagem de finalistas, fui a "Benalmadena", o nome é fino mas aquilo nada tem de finório, foi a rambóia, uns gajos sempre a servir comida,  ganda hotelzorro (curtiram do exagero) e um bar aberto, esta parte diz tudo, B A R - A B E R T O , fodasse, já vim de lá no domingo e ainda estou toda fodida, parece que levito ou o caralho, e acho que também ganhei uma nova dependência, isto porquê? porque devia ser das poucas pessoas lá que conseguiam fazer 4 e 5 penaltis de vodka com Apple Schnapps, adorava aquela merda, isso e martini rosso com cola, isso até no banho eu bebia. Mas bem, a falar a sério, já tenho o figado lixado, não desperdiçar muito mais tempo, tal como dizia ricardo reis " YOLO que vamos todos para a cova", ahah, não, não era isto que o gajo dizia, eu percebo Ricardo Reis, Caeiro é fodido, mas a puta do Reis eu percebo, e já me perdi, parece que estou a escrever esta merda bêbeda, pronto, resumindo, vou começar a escrever mais e com uma conotação diferente. É isto. Ah e vi há uns dias o Estrondo 2, puta de filme, por causa desses cabrões não digo 2 frases sem usar uma puta de um "palavrão"

A mudança é constante, e fodida, muito fodida

Tenho desculpar aos meus leitores, quer dizer, a mim mesma, porque mais ninguém passa aqui, que vou alterar o  nome do blogue (mais uma vez..) eu admito que gostava de

"Idiossincrasias, Pederastas e Outras Palavras que Não Conheço"

mas, e foi a minha professora de português que escolheu o nome por repetidamente o escrever nos meus testes, o novo nome será:

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Feliz anus novo!

Tinha de fazer um desenho no paint, acho que está preciso, porque da maneira que isto está ,deste 2013, só vai sair merda.